Acerca

Paulo Querido é jornalista-programador, articulista, consultor em new media e Tecnologias de Informação e Conhecimento — e, quando pode, tenta perceber como funcionam os webservices e até fazer alguns.

Exerceu a profissão de jornalista por quase 3 décadas, de 1981 até 2009. Desde então mantém atividade nos jornais, quer como articulista, quer produzindo aplicações web e produtos de data journalism para as Redações.

Com actividade na Internet desde 1989, tem matéria de análise e divulgação publicada em livros e inúmeros artigos de Imprensa.
Mais informação no currículo. Contacto por e-mail. Veja também a página sobre os diversos canais de distribuição dos meus artigos.

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Obra publicada em papel

Depois de uma primeira aventura em livro no início dos anos 90, com um manual do programa de desenho vectorial CorelDRAW, tive o privilégio de publicação de três livros meus sobre a Sociedade da Informação, e de mais duas colectâneas em que sou co-autor. Abaixo se apresentam por ordem cronológica inversa.

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A obra “Sociedade da Informação – O Percurso Português” foi publicada em Setembro de 2007 pela APDSI, Associação para a Promoção e Desenvolvimento da Sociedade da Informação (ver aqui). É uma colectânea de textos de diversos autores. O meu pequeno contributo é o capítulo 15 anos de auto-edição na rede portuguesa (ou: código é poesia) e está publicado na primeira das três parte do livro, a partir da página 215. Coordenação de José Dias Coelho e prefácio do ex-Presidente da República, Jorge Sampaio.

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“Amizades virtuais, paixões reais” (link) foi-me encomendado no Verão de 2005 pelo editor, o Libório Silva, do Centro Atlântico. Nele antecipei muito do que veio a tornar-se o dia a dia dos cibercidadãos na web social. Um livro que deu muito trabalho a escrever.

blogs120.gif “Blogs” foi um livro divertido de fazer! (link) Resultou de uma reaproximação de dois amigos que não se viam há mais de 20 anos, o Luís Ene e eu. O Luís é um dos pioneiros da blogosfera, tendo aberto blogues ainda em 2002. Decidimos ver se éramos capazes, eu fiz a proposta ao Libório, ele aceitou — e escrevemos o primeiro livro português sobre blogues. Isto em 2003. Foi, aliás, na sequência da recolha de material para o livro que surgiu o weblog.com.pt, o primeiro alojador português de blogues aberto ao público, que lancei, sozinho (mais tarde tive o apoio do Luís e da minha irmã Guida), no dia 10 de Junho de 2003. O weblog.com.pt foi vendido ao AEIOU em Fevereiro de 2006, sendo hoje parte do grupo Impresa.

futurodanet130.gifEm 1999 “O futuro da Internet” foi uma obra fundamental (link). Editada pelo Centro Atlântico, esta compilação contem 37 originais de 42 autores, profissionais e/ou académicos, sobre as questões sociais, comerciais, artísticas, educativas e tecnológicas relativas ao futuro da rede das redes. Este livro inaugurou em Portugal a venda de livros digitais através da Net, sendo o primeiro adquirível online e em formato PDF.

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“Homo Conexus”, título escolhido com a ajuda de José Magalhães e da minha irmã Inês, é uma obra singular, vista a esta distância de mais de dez anos (link). A minha bola de cristal brilhava muito mais na altura do que hoje. Concretizou a intenção: fazer o leitor mergulhar no futuro, maravilhar-se com as suas tremendas possibilidades, reflectir sobre as mudanças a que ia obrigar a Era Digital. O que nos acontece depois de nos ligarmos à rede é o que se relata neste livro.

Da definição

  1. Mas certamente que sim! é uma publicação digital em linha de periodicidade irregular publicada por Paulo Querido.
  2. Mas certamente que sim! tem por objectivo principal o exercício do direito do autor à opinião; por objectivo secundário noticiar aspectos da realidade merecedores de atenção mas, distanciando-se do exercício do jornalismo, sem uma agenda pré-definida nem preocupações de cobrir a actualidade de forma exaustiva.
  3. O facto de o autor ser jornalista de profissão não deve ser visto como uma obrigação para a prática do jornalismo nesta publicação; porém, o autor não é dissociável da profissão nem a descarta pelo que é natural que a escrita reflicta os tiques de uma vida.

Da autoria

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